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Rede pública X rede privada: Aonde as vacinas são mais “fresquinhas”?

Esta é uma questão que representa um dos mitos presentes na rotina da medicina preventiva. Entretanto, inseridos nesta questão estão fortes preconceitos relativos ao binômio rede pública x rede privada na área da saúde, que é um assunto delicado mas presente.

Se estivéssemos num esquema de “ping pong” de perguntas e respostas sem muita reflexão diríamos de pronto que “as vacinas são mais fresquinhas” na geladeira, observadas as datas de validade dos lotes das vacinas, a sua procedência, estocagem e manutenção da cadeia de frio segundo recomendação da Organização Mundial de Saúde. Para que as vacinas não percam a sua potência e eficácia é necessário um rigoroso controle de todas as etapas que vão desde a sua produção até a sua utilização final.

Na verdade, não existe o critério de “mais fresquinho”. O que deve nortear todo e qualquer serviço de vacinação é a mais absoluta seriedade e rigor nos procedimentos. Neste contexto, não existe “melhor e pior”, não há espaço para barganhas e concessões. Existe sim, o que é correto e que obrigatoriamente deve ser observado.