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	<title>Prophylaxis</title>
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	<description>CLINICA DE VACINAÇÃO</description>
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		<title>VACINAS QUE PROTEGEM O VIAJANTE DE TODAS AS IDADES</title>
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		<pubDate>Mon, 14 May 2012 16:52:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Prophylaxis</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque-2]]></category>

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		<description><![CDATA[Viajar no Brasil ou para outros países pode ser uma oportunidade de]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Viajar no Brasil ou para outros países pode ser uma oportunidade de diversão, trabalho, estudo ou outras finalidades, mas também de exposição a doenças.<br />
Fique seguro de que você e as pessoas que você ama estejam protegidos pelas vacinas contra doenças preveníveis.<br />
Da mesma maneira como você faz listas de gastos para viagem e das coisas a colocar nas malas, esteja seguro também em relação a vacinas avaliando seu estado vacinal e dos seus acompanhantes familiares.<br />
 Vacinas são um dos mais importantes meios que você tem de prevenir certas doenças. Se você viajar para outros países é importante ser vacinado para algumas doenças que não existem no Brasil ou na região em que você vive, mas, existem em outras partes do mundo. Além disso, no aeroporto ou no avião, outros viajantes podem expor você a doenças.<br />
Antes de viajar reveja seu histórico vacinal. Veja com seu médico se você fez todas as vacinas recomendadas e também com o pediatra de seus filhos, se estes também forem viajar. Lembre-se de que a efetividade das vacinas pode diminuir com o tempo. Você pode estar precisando de doses de reforço de vacinas que você fez quando mais jovem.<br />
É interessante consultar um “serviço de medicina de viagem” 4 a 6 semanas antes da data da viagem. A maioria das vacinas leva um tempo para dar proteção e algumas vacinas precisam de mais de uma dose (uma série de doses).<br />
<br />
As vacinas para viajar podem ser divididas em três categorias:<br />
	1-<strong>VACINAS DE ROTINA</strong>- Por ex: sarampo e coqueluche que nos dois últimos anos apresentaram epidemias importantes em países de primeiro mundo. Consulte no nosso site os calendários de vacinas de criança, do adolescente, do adulto e da gestante (www.prophylaxis.com.br) e verifique se você está atualizado(a).<br />
<br />
	2-<strong>VACINAS RECOMENDADAS </strong>– Algumas vacinas são especificamente recomendadas para proteger viajantes de doenças que existem em outras partes do mundo e para prevenir a disseminação de doenças através das fronteiras internacionais.<br />
A necessidade destas vacinas depende de fatores como condições de saneamento básico da localidade a ser visitada, estação do ano, exposição a animais, a idade do viajante, seu estado de saúde e suas imunizações prévias.<br />
Citamos, como exemplo, as vacinas de febre tifóide, cólera, meningite, poliomielite, raiva.<br />
O médico do Serviço de Medicina de Viagem é um profissional sempre atualizado com os    acontecimentos globais e vai saber orientar as vacinas necessárias à sua proteção nas mais diversas situações.<br />
<br />
	3-<strong>VACINAS EXIGIDAS </strong>( obrigatórias)-<br />
A única vacina exigida pelos “Regulamentos Internacionais de Saúde” é a vacina da “<em><strong>febre amarela”</strong></em>. Ela é exigida em duas situações:<br />
1º- quando o viajante <strong>se dirige </strong>a países endêmicos, isto é, países onde a febre amarela ocorre de maneira contínua ou países epidêmicos, quando o número de pessoas acometidas é muito grande produzindo uma epidemia;<br />
2º- quando o viajante é <em><strong>proveniente</strong></em> de países onde a febre amarela é endêmica ou epidêmica.<br />
No Brasil, a vacina da febre amarela pode ser aplicada em postos de saúde publica ou em clínicas privadas. O comprovante de vacinação deve ser levado a um posto da Anvisa (geralmente nos aeroportos) e trocada  pelo <em><strong>&#8220;Certificado Internacional de Vacina da Febre Amarela&#8221;.</strong></em><br />
A <em>vacina da meningite meningocócica </em>é exigida para viajantes que vão participar do Hajj ( peregrinação à cidade de Meca) na Arábia Saudita, cerimônia anual de grande importância para os muçulmanos.<br />
<br />
A  Prophylaxis® Clínica de Vacinação possui o Serviço de Medicina de Viagem com consulta por médico para orientação sobre prevenção de riscos que podem ocorrer em viagens e procedimento de vacinação. Telefone &#8211; (21) 2495-1020</p>
<p>Fonte: CDC-Vaccinations- Traveller’s Health</p>
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		<title>&#8220;CAMPANHA NACIONAL DE VACINAÇÃO CONTRA A GRIPE&#8221;, DE 5 A 25 DE MAIO.</title>
		<link>http://prophylaxis.com.br/campanha-nacional-de-vacinacao-contra-a-gripe-de-5-a-25-de-maio/</link>
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		<pubDate>Tue, 08 May 2012 21:18:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Prophylaxis</dc:creator>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>

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		<description><![CDATA[Pessoas de 60 anos e mais, gestantes e crianças de 6 meses]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Pessoas de 60 anos e mais, gestantes e crianças de 6 meses a 2 anos são o alvo principal do ministério da saúde.<br />
A campanha pretende imunizar 30 milhões de brasileiros.<br />
A vacina contra a gripe muda todos os anos porque é feita a partir dos tipos de vírus influenza que circulam a cada ano no hemisfério sul. Pela mesma razão, a vacina deve ser feita anualmente.<br />
A vacina atual contém na sua formulação, além dos vírus sazonais, o H1N1 que foi o causador da pandemia 2009/2010, pois ele continua circulando no Brasil e em outros países.<br />
O objetivo da vacinação é reduzir o número de óbitos por influenza em grupos mais vulneráveis, como idosos, gestantes em qualquer período de gestação, crianças pequenas, portadores de doenças crônicas e trabalhadores da área de saúde.<br />
Todas as unidades da rede Prophylaxis® têm a vacina disponível para ser aplicada em pessoas acima de 6 meses de idade conforme recomendação da OMS (Organização Mundial da Saúde).</p>
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		<title>TIRE AQUI SUAS DÚVIDAS SOBRE A VACINA DA GRIPE</title>
		<link>http://prophylaxis.com.br/tire-aqui-suas-duvidas-sobre-a-vacina-da-gripe/</link>
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		<pubDate>Fri, 04 May 2012 17:26:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Prophylaxis</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque-1]]></category>

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		<description><![CDATA[15 perguntas mais frequentes sobre a vacina com as devidas respostas. 1-A]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>     <strong>15 perguntas mais frequentes sobre a vacina com as devidas respostas.</strong><br />
1-A gripe foi sempre considerada uma doença comum e a maioria das pessoas nem ia ao médico. Porque há necessidade de vacinar e se fala tanto em doença grave?<br />
R- Vários estudos mostravam um número maior de hospitalizações e mortes em pessoas de 65 anos e mais, por complicações da gripe, principalmente pneumonia. Também se observava casos mais graves em gestantes e crianças pequenas. Com a pandemia de 2009/2010 os casos graves ficaram mais evidentes e a OMS (Organização Mundial de Saúde) optou por vacinação universal de todas as pessoas a partir de 6 meses de idade. Estudos realizados em vários países (inclusive o Brasil) após a introdução das campanhas mostrou diminuição de hospitalizações e mortes por influenza.<br />
<br />
2- Quem deve ser vacinado?<br />
Todas as pessoas com mais de 6 meses de idade.<br />
<br />
3- Porque na campanha do Ministério da Saúde só as crianças de 6 meses a 2 anos podem receber a vacina. E as outras?<br />
R- O Ministério da Saúde compra e disponibiliza vacinas para todos os estados do Brasil. São milhões de doses. Se fosse abranger toda a população do Brasil os laboratórios não teriam capacidade de produção. É preciso então priorizar grupos de risco para otimizar o número de doses: idosos, gestantes em qualquer idade gestacional, crianças de 6 meses a 4 anos e pessoas com doenças crônicas.<br />
<br />
4- Em que período do ano a vacina deve ser aplicada?<br />
R- A estação da gripe acontece mais nos meses frios: fins de outono e durante todo o inverno. Assim que a vacina estiver disponibilizada nas unidades de saúde ela deve ser aplicada (geralmente a partir de março).<br />
<br />
5- Quem vacinou no ano passado deve ser vacinado novamente?<br />
R- A imunidade conferida pela vacina vai diminuindo com o tempo (dura no máximo 1 ano) e além disso a formulação da vacina varia conforme os vírus que circulam a cada ano.<br />
<br />
6- Uma pessoa que teve gripe pelo vírus influenza há poucas semanas deve ser vacinado?<br />
R- Sim. A vacina é composta por 3 cepas virais e a ocorrência de influenza por um vírus não imuniza para os outros dois. Por isso é necessário vacinar mesmo já tendo tido a doença.<br />
<br />
7- Quais as crianças que precisam de 2 doses da vacina?<br />
R- Crianças de 6 meses a 8 anos que não receberam a vacina em 2011 devem receber duas doses com intervalo de 4 semanas.<br />
- Crianças de 6 meses a 8 anos que foram vacinadas em 2011 com pelo menos 1 dose de influenza sazonal devem receber somente 1 dose nesta estação de gripe. Isto porque as cepas virais que constituem a vacina são as mesmas nestes 2 anos (2011 e 2012).<br />
- Se o estado vacinal não é conhecido fazer 2 doses.<br />
Observação: de 6 meses a 2 anos 11 meses e 29 dias a dose é de 0,25 ml. De 3 a 8 anos 11 meses e 29 dias a dose é de 0,50 ml. A partir de 9 anos a vacina é dada em dose única.<br />
<br />
8- A vacina pode ser aplicada em mulheres grávidas?<br />
  É muito importante vacinar a mulher grávida em qualquer mês da gestação. A influenza quando incide na gestante pode evoluir com complicações respiratórias graves e até levar à morte.<br />
<br />
9- Várias pessoas dizem que ficaram gripadas logo após a aplicação da vacina. Isto é possível?<br />
R- Não. A vacina é inativada e não há possibilidade de causar gripe.<br />
Explicação para este fato:<br />
Algumas pessoas antes de fazer a vacina tiveram contato ou com o vírus influenza (pessoas com gripe) ou com outros vírus que também causam síndrome gripal e coincidentemente elas adoecem logo após a vacinação porque já estavam contaminadas.<br />
<br />
10- Quais as reações que a vacina pode provocar?<br />
R- A mais comum é no local da aplicação: inchaço, dor e vermelhidão. Em menos de 1% dos vacinados pode ocorrer febre e dor muscular.<br />
<br />
11-Uma pessoa com febre, com alguma virose, pode tomar a vacina?<br />
R- É melhor adiar a vacinação para quando já estiver bem.<br />
<br />
12- A vacina pode ser dada junto com outras, como por exemplo, a vacina do tétano?<br />
R- A vacina da gripe pode ser aplicada com outras vacinas. Não há interferência na produção de imunidade.<br />
<br />
13- Quais são as contra-indicações?<br />
R- Pessoas que tiveram uma reação alérgica com uma dose anterior.<br />
    Pessoas que têm alergia ao ovo.<br />
<br />
14- Se uma criança atrasar a 2ª dose ela tem que repetir a 1ª dose e depois de 1 mês fazer a 2ª ?<br />
R- Não há necessidade. A 1ª dose fica valendo, sendo necessário então fazer somente a 2ª dose.<br />
Devemos, porém, evitar atrasos.<br />
<br />
15- É proibido o uso de bebida alcoólica após ser vacinado?<br />
Não, mas para seu bem estar geral nunca abuse de bebidas alcoólicas. Use com moderação. </p>
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		<title>ALERTA INFLUENZA!</title>
		<link>http://prophylaxis.com.br/alerta-influenza/</link>
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		<pubDate>Tue, 24 Apr 2012 14:38:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Prophylaxis</dc:creator>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>

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		<description><![CDATA[A circulação do vírus influenza A H1N1 2009 (gripe suína) no Brasil,]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>                                            A circulação do vírus influenza <em><strong>A H1N1 2009 </strong></em>(gripe suína) no Brasil, no ano de 2o12, é avaliada em &#8220;nota de alerta&#8221; publicada pela Secretaria de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde. A nota  chama atenção para a garantia do tratamento oportuno e precoce.<br />
O vírus A H1N1 emergiu em 2009 e a Organização Mundial de Saúde (OMS) declarou <em><strong>pandemia </strong></em>por esse novo subtipo viral em julho de 2009 e a finalização da mesma em agosto de 2010.<br />
A partir desta data, este passou a ser mais um dos vírus que circulam junto a outros vírus sazonais em todo o mundo e no Brasil, podendo causar surtos localizados e eventualmente casos graves e óbitos, principalmente nas pessoas com doenças crônicas, gestantes e menores de 2 anos.<br />
Em 2012 até a semana 12 foram notificados 867 casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) dos quais, 38 casos e 3 óbitos, distribuídos em todas as regiões do Brasil, foram causados pelo <em><strong>H1N1 2009.</strong></em><br />
O Ministério da Saúde alerta para a circulação deste vírus em todo o país e para que os serviços de assistência médica e de vigilância epidemiológica tenham atenção máxima para a possibilidade de gripe causada pelo mesmo, podendo assim iniciar precocemente o tratamento com antiviral nos casos indicados.<br />
Todos os estados do país estão abastecidos com o medicamento Oseltamivir que está descentralizado em todos os hospitais públicos e é fornecido através das secretarias estaduais e municipais para casos internados em hospitais privados, mediante receita médica. .<br />
O vírus <em><strong>A H1N1 2009 </strong></em>já está incluído na vacina sazonal da estação da gripe 2012.<br />
A “Campanha Nacional de Vacinação contra a Gripe” será realizada no período de 5 a 25 de maio em todo o Brasil.<br />
Todas as unidades Prophylaxis já estão disponibilizando a vacina contra influenza própria para a estação da gripe 2012.<br />
Em 17 de abril de 2012, a Prophylaxis, em convênio com o Banco Itaú, iniciou uma campanha abrangendo profissionais de mais de 1000 agencias bancárias no Estado do Rio. No ano passado em igual campanha foram vacinadas 5.785 pessoas.<br />
<em>Fonte: Alerta Influenza – Ministério da Saúde, 11 de abril de 2012</em></p>
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		</item>
		<item>
		<title>EMERGÊNCIA DE MALÁRIA RESISTENTE A MEDICAMENTO EFICAZ</title>
		<link>http://prophylaxis.com.br/emergencia-de-malaria-resistente-a-medicamento-eficaz/</link>
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		<pubDate>Fri, 13 Apr 2012 16:06:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Prophylaxis</dc:creator>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>

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		<description><![CDATA[O surgimento de um parasita (plasmodium falciparum), causador de casos mais graves]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>          O surgimento de um parasita (plasmodium falciparum), causador de casos mais graves de malária e resistente a um dos principais medicamentos &#8211; <strong>a artemisinina </strong>- causou grande preocupação, pois os “<strong><em>tratamentos combinados com artemisinina”</em></strong> são as recomendações de terapia de primeira linha para a malária. A malária, como se sabe, é uma das doenças mais letais do mundo. A resistência ocorre por mutação genética.<br />
Este plasmodium resistente emergiu no oeste do Camboja e no noroeste da Tailândia e representa uma ameaça às iniciativas no mundo de controlar e eliminar a malária.<br />
A resistência a “<em>cloroquina” </em>e a “<em>sulfadoxina-pirimetamina</em>”, outros dois medicamentos usados no tratamento da malária, também surgiu no oeste do Camboja há alguns anos e se espalhou para o sudeste da Ásia e África resultando em mortes de milhões de crianças. A preocupação é que aconteça o mesmo com a <em>artemisinina</em> podendo atingir inclusive a América do Sul.<br />
É importante que a <em>artemisinina seja administrada com outras drogas </em>a fim de retardar a ocorrência de resistência. No Camboja é amplamente usada a terapia apenas com a artemisinina, embora esta não seja a política oficial e acredita-se que este fato possa ter facilitado a aquisição da resistência.<br />
Se esta nova resistência ficar confinada à fronteira entre Camboja e Tailândia, a eliminação regional do “<em>falciparum</em>” será necessária para o controle e eliminação da doença. Se o parasita resistente já emergiu para algum outro lugar, a zona de controle terá de ser expandida.<br />
Na fronteira noroeste da Tailândia, a 800km do Camboja , falhas de tratamento com a combinação de <em>artesunato e mefloquina </em>têm aumentado.<br />
Foi publicado na revista The Lancet um estudo com 3.202 pacientes analisando 10 anos de tratamento de malária nestas regiões e os resultados mostraram respostas cada vez mais lentas. Geneticamente determinada, a resistência a artemisinina é agora prevalente na região de fronteira Tailândia-Mianmar.<br />
Fonte: Aung Pyae Phyo MD et col.The Lancet, Early Online Publication, 5/4/2012<br />
<br/><br />
<strong>Sobre a Malária</strong>É uma das doenças mais letais no mundo e, como o dengue, ocorre em países de clima tropical. Ásia e África são especialmente atingidas. No Brasil, mais de 90% dos casos de malária se concentra na Amazônia Legal.<br />
A transmissão se dá por meio da picada de fêmeas infectadas do mosquito do gênero Anopheles.<br />
A atividade do mosquito, ao contrário do mosquito transmissor da dengue, se dá do entardecer ao amanhecer sendo o pico às 2 horas da madrugada. Logo, a proteção contra a picada do mosquito deve acontecer enquanto a pessoa dorme. Em áreas endêmicas é recomendado o uso de mosquiteiros embebidos em inseticidas (permetrina).<br />
 Veja no site artigo sobre malária  www.prophylaxis.com.br. Clique em, “serviços” “medicina de viagem”, artigo “Malária: como se proteger em áreas de risco”.</p>
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		</item>
		<item>
		<title>MENINGITE MENINGOCÓCICA- TENDÊNCIAS EPIDÊMICAS E PREVENÇÃO POR VACINAS.</title>
		<link>http://prophylaxis.com.br/meningite-meningococica-tendencias-epidemicas-e-prevencao-por-vacinas/</link>
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		<pubDate>Thu, 05 Apr 2012 17:03:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Prophylaxis</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque-2]]></category>

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		<description><![CDATA[A Meningite Meningocócica é uma forma de meningite causada por uma bactéria]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p> A Meningite Meningocócica é uma forma de meningite causada por uma bactéria – Neisseria meningitidis ou meningococo. Causa uma infecção grave das meninges, membranas que recobrem o cérebro e a medula.<br />
Esta bactéria é a única com potencial para causar grandes epidemias. Doze sorogrupos de meningococos foram identificados, dos quais 6 podem causar epidemia.  São eles: A, B, C, W135, X e Y.<br />
A distribuição geográfica e o potencial epidêmico diferem de acordo com o sorogrupo.<br />
<strong>Tendências epidêmicas</strong><br />
A meningite meningocócica ocorre em aglomerados espalhados no mundo com variações sazonais.<br />
A mais alta carga de doença meningocócica ocorre na área subsaariana da África conhecida como o <em><strong>&#8220;cinturão africano de meningite&#8221; </strong></em>que vai do Senegal no oeste até a Etiópia no leste. Durante a estação seca, de dezembro a junho, ventos, noites frias e infecção do trato respiratório alto combinado com dano da mucosa nasal, aumentam o risco de doença meningocócica. Ao mesmo tempo a transmissão do meningococo pode ser facilitada pela superlotação nas casas e por grandes deslocamentos devido a peregrinos e mercados tradicionais. A combinação destes fatores explica a grande epidemia que ocorre durante a estação seca no &#8220;cinturão da meningite&#8221; que constitui uma enorme carga em saúde pública.<br />
De 1º de janeiro a 11 de março de 2012, foram notificadas 6.685 casos suspeitos com 639 óbitos em países da África que fazem parte do chamado Cinturão Africano de Meningite: Benin, Burkina Faso, Chad, Côte d’Ivoire (África Sub Saariana). A maioria dos surtos foi causada pelo <em>sorogrupo W135</em>, diferente do que sempre ocorria nesta região onde o <em>sorogrupo A</em> tem sido, há muito tempo, o sorogrupo predominante. Apenas o Chad apresenta ainda predomínio do sorogrupo A.<br />
O &#8220;Grupo Coordenador Internacional (ICG) de Provisão de Vacina para controle da Meningite&#8221; já tomou providências para vacinação em massa destas áreas acometidas.<br />
No Brasil, tivemos nos últimos anos da década de 80 e durante quase toda a década de 90, um curso epidêmico da doença com predomínio claro do meningococo B, entremeado em 94 e 95 por surtos epidêmicos do meningococo C em adolescentes e adultos jovens. Desde o final da década de 90 e durante os anos 2000, a meningite meningocócica tem se mostrado endêmica, havendo nos últimos anos um franco predomínio do sorogrupo C. O sorogrupo A não tem sido identificado.</p>
<p><strong>PREVENÇÃO </strong>– existem 3 tipos de vacinas:<br />
     1-<em><strong>Vacinas polissacarídicas</strong></em>- usadas há mais de 30 anos:<br />
    &#8211; Bivalente para os grupos A e C- utilizada na década de 70 quando ocorreu importante epidemia no Brasil pelo meningococo A.<br />
    &#8211; Trivalente – para A,C e W<br />
    &#8211; Tetravalente para A,C, Y, W135<br />
     2- <em><strong>Vacinas para o sorogrupo B-</strong></em> Usadas principalmente em Cuba, Nova Zelândia e Noruega.<br />
 Utilizam proteínas da membrana externa e cepas específicas para controlar epidemias específicas. Novas vacinas para o sorogrupo B estão em avançados estágios de desenvolvimento.<br />
   3- <em><strong>Vacinas conjugadas</strong></em>:<br />
•	Vacina conjugada contra o sorogrupo C- tem sido disponível desde 1999 e amplamente usada, principalmente na Europa e nas Américas.<br />
•	Vacina tetravalente A,C,Y e W135 – vacina conjugada, licenciada desde 2005 para uso em crianças e adultos no Canadá, EUA e Europa. Licenciada para uso no Brasil a partir de 2011. Tem grande utilidade para viajantes que se deslocam para áreas endêmicas e epidêmicas.<br />
•	Nova vacina meningocócica A, conjugada &#8211; Em dezembro de 2010  foi introduzida em Burkina Faso e em algumas regiões de Mali e Niger. Subseqüentemente estes países notificaram os mais baixos números de meningite A como nunca houve numa estação epidêmica.<br />
Outros países do cinturão africano &#8211; Cameroon, Chad e Nigéria introduziram esta vacina em 2011 em regiões selecionadas.</p>
<p><strong>Vantagens das vacinas conjugadas sobre as vacinas polissacarídicas</strong>:<br />
- induzem resposta imune mais alta e mais sustentável.<br />
- reduzem a taxa de portador na garganta e com isso a transmissão.<br />
-conferem proteção duradoura não somente para os vacinados, mas também para os membros da família e outros.<br />
-são efetivas em proteger crianças abaixo de 2 anos de idade que não respondem  às vacinas polissacarídicas.</p>
<p>Com a introdução da vacina conjugada A nos países do cinturão africano, a OMS promove em conjunto uma estratégia combinada de <em><strong>“preparação epidêmica, prevenção e resposta”, </strong></em>mas que deve ser adotada em todos os locais de ocorrência de epidemias.<br />
<em>Preparação-</em> com foco na vigilância, desde detecção do caso até investigação e confirmação laboratorial.<br />
<em>Prevenção </em>– vacinar todas as pessoas suscetíveis; no caso dos países africanos seriam as de 1 a 29 anos.<br />
<em>Resposta epidemiológica</em>- consiste no manejo imediato do caso com uso de antibióticos e vacinação em massa da população.<br />
 <em>Fonte: WHO- Meningococcal meningitis &#8211; fact sheet n° 141/ december 2011         </em></p>
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		<item>
		<title>IMPORTÂNCIA DA VACINA DE MENINGITE TETRAVALENTE PARA O VIAJANTE- EPIDEMIA DE MENINGITE EM PAÍSES DA ÁFRICA.</title>
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		<pubDate>Mon, 26 Mar 2012 17:18:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Prophylaxis</dc:creator>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>

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		<description><![CDATA[De 1º de janeiro a 11 de março, epidemias de meningite meningocócica]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p> De 1º de janeiro a 11 de março, epidemias de meningite meningocócica foram notificadas em países da África que fazem parte do chamado Cinturão Africano de Meningite: Benin, Burkina Faso, Chad, Côte d’Ivoire (África Sub Saariana).<br />
Essas epidemias foram detectadas como parte de uma vigilância aumentada no Cinturão Africano conduzida em 14 países onde foram notificados 6.685 casos suspeitos com 639 óbitos.<br />
A maioria dos surtos foi causada pelo sorogrupo W135. O sorogrupo A tem sido, há muito tempo, o sorogrupo predominante nesta região do mundo, porém, a partir de 2002 foi detectado o W135 nesta região. Apenas o Chad apresenta predomínio do sorogrupo A.<br />
O Grupo Coordenador Internacional (ICG) de Provisão de Vacina para controle da Meningite aprovou a liberação de 117.500 doses da vacina polissacarídica ACW para Côte d’Ivoire  e de 195.540 doses de vacina polissacarídica ACYW para Ghana e 359.000 doses de Vacina conjugada A para o Chad, além de material para uso injetável e o antibiótico Ceftriaxone.<br />
O ICG é constituído pelos seguintes órgãos: UNICEF, Médicos Sem Fronteiras, Cruz Vermelha Internacional e OMS (Organização Mundial de Saúde).<br />
O suprimento apropriado de vacinas para responder à epidemia do W135 é atualmente limitado e a OMS e a UNICEF estão trabalhando junto aos fabricantes para garantir que o estoque seja mantido e adaptado a esta situação progressiva da epidemia.<br />
<strong>Lembramos às pessoas que estão planejando viajar para os países do Cinturão Africano de Meningite, a importância de estarem com a vacina de meningite tetravalente atualizada (vacina tetravalente ACYW135- nome comercial: Menveo).<br />
Países do Cinturão Africano:</strong> Benin, Burkina Faso, Cameroon, República Africana Central, Chad, Côte d’Ivoire, República Democrática do Congo, Ethiopia, Ghana, Mali, Niger, Nigéria, Sudão e Togo.<br />
Fonte: WHO – Meningococcal Situation in the African Meningitis Belt (Global Alert and Response- 23/march/2012).</p>
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		</item>
		<item>
		<title>ATENÇÃO! NÃO DEIXE O VÍRUS DA GRIPE TE PEGAR! JÁ ESTÁ DISPONÍVEL NA REDE PROPHYLAXIS A VACINA DA GRIPE. PROTEJA-SE E À SUA FAMÍLIA.</title>
		<link>http://prophylaxis.com.br/atencaoja-esta-disponivel-nas-unidades-prophylaxis-a-vacina-da-gripe/</link>
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		<pubDate>Fri, 16 Mar 2012 14:21:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Prophylaxis</dc:creator>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>

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		<description><![CDATA[Todas as pessoas a partir de 6 meses de idade devem receber]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Todas as pessoas a partir de 6 meses de idade  devem receber a vacina.<br />
Aproximam-se os meses de outono e inverno que são propícios para os surtos de gripe.<br />
A vacina é segura e confere boa proteção.<br />
Ela é aplicada anualmente em dose única para o adulto e diferenciada para a criança na dependência da faixa etária e se a vacina é aplicada pela 1ª vez. Nossos técnicos são capacitados para dar esta orientação.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>GRIPE-A MELHOR PROTEÇÃO É A VACINAÇÃO</title>
		<link>http://prophylaxis.com.br/gripe-a-melhor-protecao-e-a-vacinacao/</link>
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		<pubDate>Wed, 14 Mar 2012 17:12:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Prophylaxis</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque-3]]></category>

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		<description><![CDATA[A Gripe é uma doença respiratória causada pelos vírus influenza. Pode ocasionar]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Gripe é uma doença respiratória causada pelos <em><strong>vírus influenza</strong></em>. Pode ocasionar doença leve, moderada ou grave. Possui sazonalidade, ocorrendo mais nos meses de inverno.<br />
 O vírus da influenza apresenta vários subtipos diferentes que circulam a cada ano em vários lugares do mundo produzindo a <strong><em>gripe ou influenza sazonal</em></strong>.<br />
O quadro clínico é característico: sintomas respiratórios (dor de garganta, tosse, coriza) e febre. A evolução geralmente é para a cura. Nos chamados grupos de risco – idosos, crianças com menos de 2 anos, gestantes e imunodeprimidos- pode ocorrer complicação; a mais freqüente é a pneumonia que eventualmente pode causar um quadro muito grave com insuficiência respiratória, podendo  levar à morte.<br />
Em 2009, um novo e diferente vírus, produzido por mutação em suínos &#8211; <strong>A /H1N1 </strong>-  disseminou-se no mundo causando uma gripe pandêmica com casos graves em pessoas jovens, gestantes e menores de 2 anos.<br />
Após vacinação de massa no mundo com uma vacina específica para o A /H1N1, houve uma drástica redução do número de casos e em agosto de 2010, a Organização Mundial da Saúde declarou o fim da pandemia, porém este vírus continua circulando em alguns países. (<em>Ver neste site, página inicial: “influenza-atualização global”)</em><br />
<br />
<em><strong>Vacina da gripe</strong></em><br />
A vacina contra a gripe é uma vacina inativada e atualmente recomendada para todas as pessoas a partir de 6 meses de idade (universalização da vacina), incluindo pessoas saudáveis e com condições médicas crônicas. Esta decisão está baseada na certeza de que a vacina contra a Influenza é segura e eficaz, com potencial benefício para todas as idades. </p>
<p>O ACIP (Comitê Assessor em Práticas de Imunização/VDC/US), através de pesquisa internacional, define anualmente quais tipos e cepas do vírus influenza estão circulando predominantemente em cada hemisfério, definindo assim a formulação da vacina para cada ano e hemisfério.<br />
<br />
<em><strong>Composição da vacina para o hemisfério sul, estação 2012: </strong></em><br />
   . vírus A/ California/7/2009 (H1N1)<br />
   . vírus A/ Perth/16/2009 (H3N2)<br />
   . vírus B/ Brisbane/60/2008<br />
<br />
<em><strong>Quando receber a vacina</strong></em><br />
A vacinação deve ser feita prioritariamente antes do inverno. No hemisfério sul, deve iniciar em março (ou tão logo a vacina atualizada esteja disponível) e deve continuar durante toda a estação, cuja duração é variável.<br />
<br />
<em><strong>Quem deve ser vacinado</strong></em><br />
<em><strong>A vacina é atualmente recomendada para toda pessoa a partir de 6 meses de idade. </strong></em>É especialmente importante para os grupos que apresentam alto risco de desenvolver complicações graves. São eles:<br />
                        < Mulheres grávidas<br />
	           < Crianças menores de 5 anos, em especial as menores de 2 anos<br />
	           < Pessoas de 60 anos ou mais<br />
	           < Pessoas de qualquer idade com certas condições médicas crônicas<br />
	           < Pessoas que vivem em abrigos<br />
                        < Pessoas que convivem ou cuidam dos grupos considerados de alta prioridade para vacinação, incluindo: profissionais de saúde e educação, contatos familiares de pessoas de alto risco, familiares ou cuidadores de creche que lidam com crianças com menos de 6 meses de idade.<br />
<br />
<em><strong>Quem não deve ser vacinado</strong></em><br />
                        < Pessoa com alergia grave a ovo de galinha.<br />
           	           < Pessoa que tenha tido reação grave à vacina da influenza numa aplicação anterior.<br />
           	          < Crianças menores de seis meses de idade.<br />
           	          < Pessoa que desenvolveu Síndrome de Guillain-Barré dentro de 6 semanas após a aplicação de uma dose anterior da vacina.<br />
                       < Pessoas com doença moderada ou grave com febre - devem adiar a vacinação até que estejam recuperadas.<br />
<br />
<em><strong>Eventos adversos</strong></em><br />
Os vírus que compõem a vacina estão mortos (inativados), portanto a pessoa que recebe a vacina não tem a possibilidade de desenvolver Gripe.<br />
As reações mais comuns são:<br />
                    < Dor, edema e vermelhidão no local da aplicação<br />
                    < Febre baixa ou moderada<br />
                    < Dores musculares<br />
Estes eventos podem ocorrer logo após a aplicação da vacina e geralmente duram 1 a 2 dias, com resolução espontânea.<br />
Encontra-se disponível em todas as unidades da rede Prophylaxis, desde 15 de março, a vacina para a estação da gripe de 2012. Todas as pessoas, a partir de 6 meses de idade, devem receber a vacina anualmente.<br />
<br />
<em><strong>Medidas preventivas</strong></em>:<br />
    -Higienizar as mãos com água e sabão ou com álcool gel, principalmente depois de tossir ou espirrar, depois de usar o banheiro, antes de comer, antes de tocar os olhos, a boca e o nariz<br />
    &#8211; Evitar tocar os olhos, nariz ou boca após contato com superfícies potencialmente contaminadas, como corrimãos, maçanetas, etc.<br />
 &#8211; Evitar proteger a tosse e o espirro com as mãos utilizando preferencialmente lenço de papel descartável.<br />
- Pessoas com síndrome gripal devem evitar contato direto com outras pessoas, aglomerações e ambientes coletivos.</p>
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		<title>VACINAS DO DENGUE – A GRANDE ESPERANÇA</title>
		<link>http://prophylaxis.com.br/vacinas-do-dengue-%e2%80%93-a-grande-esperanca/</link>
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		<pubDate>Wed, 07 Mar 2012 18:58:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Prophylaxis</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque-3]]></category>

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		<description><![CDATA[A incidência do dengue e da febre hemorrágica do dengue tem aumentado]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>               A incidência do dengue e da febre hemorrágica do dengue tem aumentado significativamente nestas últimas décadas. No mundo, anualmente são estimados 50 a 100 milhões de casos de Febre do Dengue (Dengue clássico) e cerca de 250.000 a 500.00 casos de Febre Hemorrágica do Dengue ou Dengue Grave.<br />
 A situação epidemiológica da América Latina agora se assemelha a do Sudeste Asiático.<br />
A co-circulação de vários tipos de dengue tem sido relatada por vários países. Nas Américas, o dengue hemorrágico ou dengue grave tem sido observado em <em>crianças e adultos</em>; a infecção secundária por um vírus de sorotipo diferente tem sido confirmada como um importante fator de risco para a forma grave da doença.<br />
O único método disponível atualmente para prevenir o dengue é o controle do mosquito transmissor (Aedes aegypti). Este método provou ser caro e na maioria das vezes não produz o resultado esperado.<br />
<strong>As vacinas do dengue são a principal esperança de um método realmente eficiente para o controle desta doença.</strong> Devem assegurar proteção sólida e duradoura para os quatro tipos de vírus de dengue, em países endêmicos.<br />
O dengue não recebe alta prioridade da comunidade global de saúde apesar de receber altíssima prioridade nos países endêmicos. Existe uma grande necessidade de medidas de apoio e de comunicação para que os países em desenvolvimento recebam um suporte necessário à introdução das vacinas de dengue com sucesso.</p>
<p>PLANEJAMENTO PARA INTRODUÇÃO DE UMA VACINA DO DENGUE<br />
Pela primeira vez um planejamento estratégico para a introdução de uma vacina para países em desenvolvimento está sendo realizado antes da conclusão dos ensaios clínicos e do licenciamento da vacina.<br />
Duas reuniões importantes ocorreram em 2011 visando este planejamento: uma em abril na Ásia (Hanoi) e a segunda em agosto na América do Sul (Brasília).<br />
A reunião em Brasília foi organizada pelo Conselho de Prevenção de Dengue das Américas e contou com a participação de “Iniciativa de Vacinas do Dengue” (DVI), que é um consórcio que inclui:<br />
    &#8211; Instituto Internacional de Vacinas (IVI)<br />
    &#8211; Centro Internacional de Acesso a Vacinas (IVAC), da Universidade John Hopkins<br />
    &#8211; Instituto de Vacinas Sabin<br />
    &#8211; Iniciativa de Pesquisas em Vacinas, da OMS<br />
 e mais:  60 participantes, incluindo representantes do Ministério da Saúde de 12 países da América do Sul e Central, organizações intergovernamentais, academia, indústria farmacêutica e sociedade civil.<br />
A reunião teve o objetivo de apoiar a preparação de investimentos específicos em países destas regiões para introdução das vacinas de dengue e visava em particular o Brasil e a Colômbia, que poderão fornecer informação para os outros países da região.<br />
Dados mostraram que em 2010, 1,7 milhões de casos foram notificados nas Américas, com 50.000 casos de doença grave, dos quais, aproximadamente 60% ocorreram no Brasil.<br />
Com o incentivo da DVI, o Ministério da Saúde está elaborando um plano estratégico para introdução da vacina; um grupo assessor está olhando para as necessidades pré licença ou pós licença sob a perspectiva do Ministério.<br />
Nesta reunião, os pesquisadores e fabricantes de seis vacinas candidatas apresentaram o status de seus produtos. Enquanto cinco ainda estão na fase I dos estudos (desenvolvimento pré-clínico), a sexta vacina, tetravalente da Sanofi Pasteur, com genes dos vírus do dengue em uma plataforma do vírus da febre amarela, já está na fase III dos estudos (testes clínicos com humanos) e continua a ser uma grande promessa. A expectativa é ela ser licenciada em 2015.<br />
A vacina tetravalente (TV), candidata do laboratório Sanofi Pasteur, é composta de 4 vacinas vivas inativadas recombinantes, baseadas na plataforma da vacina da febre amarela 17 D, cada uma expressando a constituição de genes de um dos quatro sorotipos.<br />
Estudos pré-clínicos demonstraram que a vacina tetravalente é geneticamente e fenotipicamente estável, não hepatotrópica, menos neurovirulenta que a vacina da febre amarela e não infecta mosquitos pela via oral. Estudos mostraram que a maioria dos eventos adversos foi de leve a moderado e transitório.<br />
Concluindo, resultados pré-clínicos e clínicos sustentam a imunogenicidade favorável e a segurança da vacina tetravalente. O desenvolvimento de um extenso programa clínico para a vacina de dengue tetravalente está em andamento e inclui a participação de 4.000 crianças de 4 a 11 anos num estudo de eficácia na Tailândia, numa área de alta incidência de dengue.<br />
 Foram discutidas amplamente a capacidade de produção dos fabricantes, as possibilidades de exportação, a pré-qualificação pela OMS, as estratégias de vacinação segura, assim como os planos de pré-licenciamento e pós- licenciamento e os numerosos desafios que permanecem.<br />
Medidas de apoio são vitais para mudar percepções, criando demanda e influenciando políticas. É importante criar uma aproximação com o público em geral, com profissionais de saúde e com a mídia.<br />
Fonte: <em>-Planning for the Introduction of Dengue Vaccines: Meeting report of the Americas Dengue Prevention Board´-Highlights (15´02´20120).<br />
-Developmente of Sanofi Pasteur Tetravalent Dengue Vaccines- Guy B. Saville M, Lang J.- Hum. Vaccin.2010.Sep. 16;6 (9)</em><br />
<em>-The future of Dengue vaccines- Halstead SB, Deem. The Lancet,2002,Oct 19; 1243-5</em></p>
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